disposição da mente e não uma condição das circunstâncias".
John Locke, filósofo inglês.
"Com trunfos tão consideráveis, será preciso cair na
melancolia provocada por nossas limitações fundamentais e pela inacessibilidade
das coisas? E entrar numa corrida louca atrás dos por quês? Não seria melhor
contentar-mo-nos em decifrar do melhor modo o jardim que nos foi dado, para
colhermos os seus frutos e alcançarmos uma beatitude que não será compartilhada
por mais ninguém?
Philippe Meyer (O olho e o cérebro – pag. 121)
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