A comunicação e os atributos não verbais.
Cida Coelho, fonoaudióloga, lembra que o
poder de comunicação é formado principalmente por atributos não verbais. “Do
total daquilo que usamos para nos comunicar apenas 7% depende das palavras
(verbal). Os outros 93% dividem-se em psicodinâmica vocal (tom, intensidade,
ressonância, velocidade, articulação, pausas, ênfases) e linguagem corporal” -
(Época Negócios – jul 12).
Suspeito
que “os grandes” que me educaram usaram palavras (7%), tom de voz (47%) e
linguagem corporal (46%).
O escritor francês, Denis Diderot,
entendeu a vida assim: “a vida, meu caro senhor, é uma seqüência de
mal-entendidos. Há os mal-entendidos do amor, os mal-entendidos da amizade, os
mal-entendidos da política, das finanças, da Igreja, do Direito, do comércio,
das mulheres, maridos ...”
A comunicação, uma via de mão
dupla, ouvir e falar, nada mais tem sido, em todo o tempo, do que a soma de
falações descabidas com surdas submissões por interpretações equivocadas.
François Poitou, escritor francês,
disse: “há meios de curar a loucura, mas não de endireitar um espírito torto”.
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