terça-feira, 23 de outubro de 2012


                               A comunicação e os atributos não verbais.       

      Cida Coelho, fonoaudióloga, lembra que o poder de comunicação é formado principalmente por atributos não verbais. “Do total daquilo que usamos para nos comunicar apenas 7% depende das palavras (verbal). Os outros 93% dividem-se em psicodinâmica vocal (tom, intensidade, ressonância, velocidade, articulação, pausas, ênfases) e linguagem corporal” - (Época Negócios – jul 12).
       Suspeito que “os grandes” que me educaram usaram palavras (7%), tom de voz (47%) e linguagem corporal (46%).
       O escritor francês, Denis Diderot, entendeu a vida assim: “a vida, meu caro senhor, é uma seqüência de mal-entendidos. Há os mal-entendidos do amor, os mal-entendidos da amizade, os mal-entendidos da política, das finanças, da Igreja, do Direito, do comércio, das mulheres, maridos ...”
       A comunicação, uma via de mão dupla, ouvir e falar, nada mais tem sido, em todo o tempo, do que a soma de falações descabidas com surdas submissões por interpretações equivocadas.
      François Poitou, escritor francês, disse: “há meios de curar a loucura, mas não de endireitar um espírito torto”.

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