O mar.
O mar tem muitas graças de
muito atrativo para o homem.
A cor no todo, a transparência no particular, a
força dos ventos que fabrica - o mar, por si, é calmo no todo - o mistério dos
sub-escondidos, o controle da sua força que detém o espalhar, o variado
infinito da fauna que fabrica debaixo do seu ventre úmido-vital, o capricho do
horizonte reto, e o formato, vários, dos seus limites, as suas pedras
trituradoras que espancam até acabar, as suas areias peneiras, o seu respirar,
muito, demais, impossível tudo arrolar.
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