quarta-feira, 26 de setembro de 2012
De novo.
A noite acalma todo anseio d'alma.
Os nervos cedem, a luz apaga.
E toda arrebentação se acalma.
O corpo dorme, e tudo acaba.
Toda noite é uma parada na viagem começada.
O dia é pé na estrada.
*****
Na hora má, ninguém está.
Na hora boa, amontoa.
*****
Era um menino tão tenrinho,
tão docezinho, que "buraco negro", para ele,
seria um baita esconderijo.
*****
O maior pecado é o retorno.
É a volta.
Os pés, o seu rumo é a frente.
Pecas, se os usas diferentemente.
*****
Tem chovido muito.
Mas não mais que antigamente.
É que, agora, a minha alma sente.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário